quinta-feira, 7 de julho de 2016

Santo Eugênio

Santo Eugênio zelou pela salvação das almas, com tanta dedicação, que passou por inúmeros sofrimentos.

Um dado importante é que de cada três Papas, praticamente, um foi oficialmente declarado santo. Assim aconteceu com Santo Eugênio, que se tornou para a Igreja o homem certo para o tempo devido. Eugênio III nasceu no fim do século XI, em Pisa na Itália e, depois de ordenado, consagrou-se a Deus como sacerdote, até que abandonou todas suas funções para viver como monge.

O grande reformador da vida monástica – São Bernardo – o acolheu a fim de ajudá-lo na busca da santidade, assim como no governo da Igreja, pois inesperadamente o simples monge foi eleito para sucessor na Cátedra de Pedro. A Roma da época sofria com a agitação de Arnaldo de Bréscia, que reclamava instituições municipais com eleições diretas dos senadores, talvez por isso chegou a impedir a ordenação e posse de Eugênio, já que tinha sido eleito pelo Espírito Santo numa instituição de origem divina.

O Papa Eugênio teve muitas dificuldades no governo da Igreja, tanto assim que, teve de sair várias vezes de Roma, mas providencialmente aproveitou para evangelizar em outras locais como Itália e França. Além de promover quatro Concílios e lutar pela restauração dos santos costumes, Santo Eugênio zelou pela salvação das almas, com tanta dedicação, que passou por inúmeros sofrimentos.

Fontes de pesquisa: Canção Nova, Nossa Sagrada Família e Franciscanos.org.

São Vilibaldo



O bispo Vilibaldo construiu sua catedral, fundou um mosteiro e, sobretudo, controlou rigorosamente todos os outros que ali existiam, por determinação de Bonifácio. A partir de então, iniciou uma experiência nova: a de evangelizador itinerante, colocando-se frente a frente com os fiéis que aos poucos iam se convertendo ao cristianismo.

Fontes de Pesquisa: Canção Nova, Nossa Sagrada Família, Franciscanos.org.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Santa Maria Goretti


Santa Maria Goretti nasceu na Itália e enquanto seus pais trabalhavam na lavoura, ela cuidava dos seus quatro irmãos mais novos. Aos 12 anos, Maria Goretti chamou a atenção de um garoto de 18 anos. Um dia, aproveitando um momento em que ela estava sozinha, o garoto procurou seduzí-la e diante de sua resistência, ele a apunhalou com vários golpes. Maria foi transportada ao hospital e antes de morrer perdoou ao assassino com as seguintes palavras: “Por amor a Jesus perdôo e quero que venha comigo para o paraíso”. Após cumprir 27 anos de condenação, ele pediu perdão para a mãe de Maria Goretti, ingressou num convento e viveu sua sincera conversão até morrer.

Fontes de Pesquisa: Canção Nova, Nossa Sagrada Família e Franciscanos.org.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Santo Antônio Maria Zacarias



Santo Antônio Maria Zacarias nasceu em Cremona e mesmo sendo rico, vestia-se com modéstia e escolheu a profissão de médico para ficar mais perto da gente humilde e servir o povo. Aos 26 anos foi para Milão e com a ajuda de dois amigos, Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, fundou a congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo. Assim, abandonou a medicina e tornou-se sacerdote. Durante uma de suas numerosas missões de oração e pregação que efetuava na Itália, foi acometido pela epidemia que se alastrava na região. Como médico que era, sabia que a morte se aproximava, voltou então para os braços da dedicada mãe Antonieta.

Fontes de Pesquisas: Canção Nova, Nossa Sagrada Família, Franciscanos.org.

domingo, 3 de julho de 2016

Santa Isabel

Nasceu na Espanha no ano de 1270. Pertencia à família real de Aragão, que lhe concedeu uma ótima formação cristã. Foi entregue em casamento ao rei Diniz, rei de Portugal, com apenas 12 anos de idade, e já dava testemunho de uma esposa cristã, uma mulher de oração e centrada na Eucaristia e ajudou a propagar a grande devoção à Nossa Senhora da Conceição. Aos 20 anos teve seu filho Afonso IV, que viveu muitos conflitos com o pai.

Isabel era mulher de caridade e reconciliadora, vivendo isso bem a partir de sua família. Era rainha, mas nunca esqueceu que também era irmã dos mais necessitados. Uma de suas últimas obras de caridade talvez, foi cuidar do seu próprio esposo. Dom Diniz que tanto a fez sofrer, agora precisava dos cuidados de Isabel, que se dispôs, quis cuidar dele. Ele ficou doente em 1324 e faleceu no ano seguinte. Então Isabel deixou a sua condição de viver no palácio como rainha e recebeu o hábito como franciscana, clarissa.

Em 1336 saiu de Coimbra e foi ao encontro de seu filho, devido a um novo conflito familiar. Mesmo com 66 anos e enferma conseguiu chegar. Foi acolhida e ouvida por seu filho. Ali ela faleceu, mas foi enterrada em Coimbra, como era seu desejo. Está enterrada em uma Igreja dedicado a ela.

Fonte de pesquisa: Canção Nova, Nossa Sagrada Família e Franciscanos.org.

sábado, 2 de julho de 2016

São Tomé Apóstolo

São Tomé era israelita e foi um dos doze apóstolos de Jesus. São três as grandes passagens do apóstolo Tomé no livro sagrado. A primeira é quando Jesus é chamado para voltar à Judéia e acudir Lázaro. Na segunda passagem, É ele quem pergunta a Jesus, durante a Última Ceia, sobre o caminho que conduz ao Pai: “Senhor (diz Tomé), não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” Diz-lhe Jesus: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim”. E a terceira, foi quando todos lhe contaram que o Cristo havia ressuscitado. Tomé disse que só acreditaria se visse nas mãos do Cristo o lugar dos cravos e tocasse-lhe o peito dilacerado. Jesus lhe apareceu e disse: “Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos!… Não sejas incrédulo, acredita!”

Fonte de pesquisa: Canção Nova, Nossa Sagrada Família e Franciscanos.org.

São Bernardino Realino

Durante sua linda caminhada de fé e testemunho, descobriu sua vocação, renunciou a tudo e entrou com 35 anos na Companhia de Jesus

Diante da vida do santo de hoje, poderíamos afirmar que nada tinha para chegar aos altares, até que passou a ter tudo, pois decidiu-se por Jesus. Bernardino Realino nasceu em Capri, próximo a Nápoles, em 1530, numa família religiosa que o promoveu para os estudos de Direito, o qual exerceu em Nápoles.

Como era de costume na época, o jovem andava armado com um punhal, até que diante de um desentendimento feriu gravemente um adversário, e por isso fugindo de complicações jurídicas e vingança, foi para o Norte da Itália.

Ao entrar na carreira política e administrativa, Bernardino progrediu, chegando a ser prefeito em muitas cidades. Jesus entrou em sua vida através de um sacerdote jesuíta, que falou sobre a riqueza da vida cristã e seus deveres. Desta maneira, Bernardino começou a rezar com empenho o Santo Terço, que o arrancou de todo indiferentismo religioso.

Durante sua linda caminhada de fé e testemunho, descobriu sua vocação, renunciou a tudo e entrou com 35 anos na Companhia de Jesus. Encaminhou-se ao Sacerdócio, exercendo-o na cidade de Lecce.

Como exemplo e reflexo do Bom Pastor, São Bernardino Realino no confessionário, pregação e direção espiritual salvava almas para Deus e com Deus, que o levou para o Céu com 86 anos.

Fontes de pesquisas: Canção Nova, Nossa Sagrada Família, Franciscanos.org.